sábado, 26 de maio de 2012

Palestra "Inovação: Conceito, Atitude e Identidade", com Prof. Clóvis de Barros Filho



*A Alternativa Cultural estará presente no evento 
para venda de livros.

Promoção Melhoramentos e Alternativa Cultural: leve pra casa um 'Michaelis'

Que tal ganhar um Michaelis Dicionário Escolar Inglês- Português / Português - Inglês com um brinde exclusivo? Inclui CD-ROM com o conteúdo do dicionário e pronúncia do inglês.

Para participar é fácil... fácil...
1) Você tem que ser seguidor do Twitter da @alternativa_  
2) Tuitar quantas vezes quiser a frase: @alternativa_ eu quero esse #Michaelis

A promoção começa agora [26/05 - 11h10] e termina em 31/05 às 23h. O sorteio será na sexta-feira (01/06), aqui na Alternativa Cultural.

Sobre o Michaelis:
Este dicionário foi especialmente criado para os brasileiros que estudam a língua inglesa. Abrange mais de 25.000 verbetes, essenciais para o estudo e o uso correto do inglês, tanto o americano quanto o britãnico. Além disso, apresenta: 
- mais de 75.000 traduções; 
- mais de 30.000 expressões e exemplos; 
- divisão silábica das entradas dos verbetes; 
- transcrição fonética do inglês e do português; 
- classe gramatical dos vocábulos e regência dos verbos; 
- notas sobre questões gramaticais e sobre o uso adequado de palavras e expressões inglesas; 
- apêndice com: tabela de nomes de animais com indicação de gênero, coletivo e voz; lista de verbos irregulares em inglês e em português; conjugação dos verbos auxiliares e regulares em português; tabela de conversão de temperaturas; tabela de numerais e símbolos matemáticos; 
- entrada dos verbetes colorida e dedeira impressa para facilitar e agilizar a consulta; 
- nova ortografia do português, conforme o Acordo Ortográfico.

FLIP 2012 - Paraty


"Mulheres pelo mundo Viagens"

Opção 1) Pousada do Tesouro **
Pousada bem simples. Distante duas quadras do centro histórico.
Facilidades: Frigobar, TV, Ventilador de Teto.
Apartamento Duplo
Tarifa por pessoa: R$ 638 
Pagamento: 10% à vista e saldo em até 6 vezes sem juros no cartão de crédito de pessoa física emitido no  Brasil.
Inclui: 4 noites com café da manhã e taxas.

Opção 2) Pousada Rumo dos Ventos ***
Pousada econômica. Apartamentos com televisão, telefone, ventilador e redes.
Distante 30 minutos a pé do centro histórco.
Conta com sala de jogos, bar, guias turísticos e barcos para passeios.
Facilidades: Cofre, Telefone, Serviço de Quarto, TV, Ventilador de Teto.
Apartamento Duplo
Tarifa por pessoa: R$ 1464
Pagamento: 10% à vista até 6 vezes sem juros no cartão de crédito de pessoa física emitido no Brasil.
Inclui: 4 noites com café da manhã e taxas.

***Disponibilidade e valores estão sujeitos a alterações sem prévio aviso***


Saiba mais sobre a agência de turismo parceira do Mulheres pelo Mundo:

11 3151.2229 | 11 3448.4317
Rua Sete de Abril, 261 - 8º andar Cj. 806
Centro - São Paulo/ SP
CEP: 01043-000

Exposição artesanal na Alternativa Cultural

Inicia neste sábado (26), a exposição da artesã Célia Luiza da Silva.

Célia é de Uberlândia, mas mora em Uberaba há 15 anos.

Há 14, trabalha com biscuit e desde 2009, com cabaças.

Marca registrada da artista são peças coloridas, bem-humoradas e altoastral: mulheres negras, namoradeiras, santos, galinhas e bailarinas.

Espalhadas pela loja, as peças promovem um colorido ainda maior às estantes de livros e vitrines de presentes.

Se o seu amor gosta de arte e artesanato, com certeza esta é uma excelente opção de presente para o Dia dos Namorados. 


Vale a pena conferir, aqui na Alternativa Cultural, de segunda à sexta-feira das 9h às 19h e aos sábados, das 9h às 13h. [Rua Major Eustáquio, 500 – Centro – Uberaba/MG]


"Os senhores da morte" por LB. Carriconde

Eu havia sido encarregado de uma relocação anímica. Transportaria uma alma a um novo corpo, logicamente está alma teria que passar por um processo de transição, a morte, para que pudesse experimentar uma nova vida baseada em novos e transformadores paradigmas. Recebi a noticia com alegria, há alguns anos não trabalhava com a transferência de almas, havia me dedicado ao estudo dos processos de morte, era um agente mortuário, um serviçal do departamento de mortes e falecimentos. Há muito tempo não me dedicava ao meu antigo trabalho de transferência de consciências, que apesar de ser bastante complexo, era tremendamente recompensador. Não havia sentimento que superasse aquele experimentado quando uma transferência era bem sucedida. Poder observar a felicidade futura sabendo que esta tinha origem em uma mudança que você tinha originado era a melhor recompensa de todas, não havia trabalho mais gratificante.

Infelizmente nós senhores da morte, não podíamos permanecer mais do que alguns anos em cada uma de nossas funções e isso me obrigava a mudar meus planos de me transformar no melhor quanto à transferência consciencial. Eu precisava mudar de ramo, estudar e praticar outros segmentos. Fui transferido ao departamento de estudos e práticas de morte. E durante anos me entreguei aos processos de morte, aguardando que um dia, eu pudesse retornar a minha primeira atividade. Finalmente esse dia havia chegado, e aquela seria minha primeira transferência em anos. Eu me sentia feliz como nunca. Minha missão consistia em transferir um estudioso dos cultos antigos a um novo corpo permitindo que ele tivesse outras experiências que não aqueles notadamente intelectuais. 

Os senhores do destino haviam tentado influenciar suas escolhas para que ele experimentasse outras formas de vida e existência, mas a alma em questão vinha de uma linhagem de encarnações como doutor e resistia as influências insistindo em permanecer em seus estudos e em sua forma de vida pautada na razão e no cultivo do intelecto. Desejava descobrir as origens dos cultos místicos antigos e pensava estar muito perto do sucesso, talvez, até estivesse, mas sua existência cósmica necessitava sofrer algumas mudanças. Seria transferido a um novo planejamento que o forçaria a experimentar experiências mais empíricas que era o que lhe faltava para alcançar um novo estágio de consciência. 

Em resumo, esse seria meu trabalho e eu teria minha oportunidade de fazê-lo em alguns minutos. O sujeito já havia saído de casa e como sempre não havia se importado de se concentrar no mundo que estava sua frente perdendo-se em reflexões e pensamentos dos mais diversos. Essa seria a oportunidade perfeita. Quanto atravessasse a rua sem se preocupar seria atropelado e eu poderia transferir a sua alma a um novo corpo que já aguardava uma alma para iniciar seu desenvolvimento. Esperei alguns segundos até que chegasse a rua e no momento exato um carro o atropelou, por um sentimento de misericórdia eu o isolei de toda e qualquer dor física e ele experimentou todo o processo de morte com um sentimento de plenitude e missão cumprida. Retirei sua alma de seu corpo e a transferia ao embrião que já o aguardava. Esperei que seu desenvolvimento se completasse e quando abriu seus olhos soube que meu trabalho estava completo. Quando observei sua consciência e seus pensamentos percebi que havia entendido o que deveria fazer, viver a vida como esta se mostrava, observar a beleza, a perfeição e importância das experiências empíricas. Após alguns anos eu havia retornado ao meu trabalho e minha primeira missão havia sido perfeita. 

O sujeito viveria feliz e no final de sua vida teria aprendido aquilo que era necessário para alcançar um novo nível de consciência. Libertar-se-ia dos planos empíricos e seria transferido a mundos de reflexão e racionalidade.


LB. Carriconde nasceu em 1988 em Uberaba-MG. Graduado em Licenciatura em Letras nas Faculdades Associadas de Uberaba – FAZU. Atualmente mora em Curitiba-PR, onde continua sua formação acadêmica cursando Filosofia e Mestrado em Filosofia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Amante do conhecimento metafísico, das religiões e filosofias orientais e ocidentais, publica seus primeiros livros baseando-se em suas leituras e estudos - "Elucubrações de um quase filósofo" - onde explicita em forma de contos e reflexões sua admiração pela filosofia oriental e por suas práticas de realização ontológica, e – "Humano Obsoleto Humano" – onde discute temas como tecnologia, transhumanismo e pós-humanismo, apresentando Devin1, o primeiro transhumano, criado pela humanidade.

LB. Carriconde terá os seus textos postados no Blog da Alternativa Cultural aos sábados.

Ibama lança biblioteca digital

A sede do Ibama, em Brasília, possui uma biblioteca aberta ao público com 130 mil itens entre livros, teses, periódicos, imagens e vídeos. Mas só quem vai à capital federal pode consultá-los fisicamente. Aos poucos, porém, esse material começa a ser digitalizado e incluído na internet, dentro da biblioteca digital do órgão. Segundo Jorditânea Souto, coordenadora do Centro Nacional de Informação Ambiental (CNIA), o objetivo é disponibilizar na rede todo o material devidamente autorizado para que qualquer pessoa no país possa consultá-lo livremente. “Pela primeira vez, vamos dar acesso sem fronteiras ao acervo”, diz Jorditânea. “A digitalização é uma demanda da sociedade e uma tendência sem volta.”

Por enquanto, a biblioteca (acesse http://www.ibama.gov.br/sophia/) está sendo alimentada com artigos e teses científicas de servidores do Ibama e de pesquisadores interessados em divulgar seus trabalhos. Também já estão disponíveis imagens do acervo do órgão, periódicos e materiais de referência, como relatórios de impacto ambiental e a legislação de meio ambiente. 

A coordenadora não soube dizer quantos itens já estão digitalizados e on-line. “Estamos incluindo muita coisa neste momento, por isso ainda não tenho um balanço”, explica Jorditânea. Segundo ela, nos próximos meses serão incluídos vídeos feitos com apoio do Ibama e os livros que são lançados pelo próprio órgão. 

O objetivo também é integrar à biblioteca digital do Ibama as bases de bibliotecas de todo o país que fazem parte da Rede Nacional de Informação sobre o Meio Ambiente (Renima). “Serão ao todo 32 bibliotecas conectadas”, diz Jorditânea. Também há planos para integrar conteúdo de instituições internacionais no futuro.
 
 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

XV Encontro Regional do Proler

PROGRAMAÇÃO GERAL XV ENCONTRO REGIONAL DO PROLER

20 a 22 DE JUNHO DE 2012

OFICINAS DE FORMAÇÃO LEITORA

LOCAL: UNIPAC [RUA SENADOR PENA, 521 – CENTRO]
Dia: 20/06/2012 – 4ª FEIRA
MATUTINO - 8h às 12h e VESPERTINO 13h às 17h
01 Laços de afeto entre crianças e livros – Darci Bosco
02 Educação ambiental transformadora: uma leitura necessária sobre sustentabilidade na escola - Cibele C. Resende
03 Um pequeno tratado de brinquedos para meninos quietos - Selma Maria
04 A prosa poética na literatura para crianças e jovens - Ricardo Benevides
05 Escola e biblioteca: espaços de formação do leitor – Lúcia H. Maroto

LOCAL: FACTHUS
ENDEREÇO: Campus II Catedral [Travessa Domingos Paraíso, s/n Centro]
Dia: 20/06/2012 – 4ª FEIRA
MATUTINO - 8h às 12h e VESPERTINO 13h às 17h
06 Entendeu a leitura ou quer que eu desenhe? - André Neves
07 Leitura do cordel sob a perspectiva do gênero - João Bosco B. Bonfim
08 Adolescência: o “Era uma vez” passou; e, agora, a leitura literária? Nilza Consuelo A. Pinheiro
09 Restauração e recuperação de livros - Maria das Graças da Silva e Cristina G. Rosa Veloso

Sobre as oficinas:
01 – Laços de afeto entre crianças e livros - As obras literárias e as competências individuais e coletivas do leitor iniciante. Estratégias de estimulação da leitura para crianças de 0 a 04 anos. Reflexão sobre a importância da leitura literária e do contar histórias no momento da mediação de leitura. DARCI BOSCO – Professora. Graduada em Letras. Pós-graduada em Metodologia e Didáticas do Ensino e Linguística Aplicada a Contextualização do Ensino. Integrante do Dep. Cultural/SEMEC. Contadora de Histórias do Grupo Fluistória. (Uberaba /MG).

02 – Educação ambiental transformadora: uma leitura necessária sobre sustentabilidade na escola - Abordagem teórica e prática da educação ambiental formal e informal, através do uso de livros literários, com enfoque nos valores sociais que promovam um olhar transformador sobre o tema. - CIBELE RESENDE - Graduada em Ciências Biológicas. Pós-graduada em Educação Ambiental, em Gestão e Manejo Ambiental de Sistemas Florestais e em Gestão Pública Municipal. Professora universitária na UNIPAC. Ministra cursos e oficinas de leitura com ênfase nos temas: sustentabilidade e meio ambiente. (Uberaba /MG)

03 – Um pequeno tratado de brinquedos para meninos quietos - Abordagem da memória imaterial e material popular, a partir da construção de brinquedos e poemas inspirados na ludicidade infantil e fundamentados em pesquisa sobre brinquedos no sertão brasileiro, principalmente, o mineiro. Estratégias de formação de mediadores em literatura brasileira com ênfase na infância da criança sertaneja, seu imaginário e seu brincar. - SELMA MARIA - Escritora e professora de Artes. Formada em Artes Plásticas. É pesquisadora sobre a Cultura da Infância, abordando as formas de brincar das crianças que vivem distantes de centros urbanos. Dentre suas obras estão: Um pequeno tratado de brinquedos para meninos quietos, livro de poemas; e, Um pequeno tratado para meninos quietos da cidade. (Ed. Peirópolis). (São Paulo/SP).

04 - A prosa poética na literatura para crianças e jovens – Reflexões sobre o surgimento e a evolução do gênero da prosa poética no Brasil. Características da poesia e da prosa: ritmo, estilo, aspectos simbólicos das construções frasais, ludicidade (no jogo de palavras), entre outros. Práticas de leitura em sala de aula - educadores como mediadores e como leitores. Vivências com a sonoridade das elaborações textuais e exercícios de escrita contextualizados. RICARDO BENEVIDES – Escritor e professor. Doutor em Literatura Comparada, mestre emLiteratura Brasileira. Atuou como editor de Literatura (Ediouro Publ.) e editor de texto (Ed. Paz e Terra). Autor de oito livros infantis e juvenis, entre os quais Fabíola foi ao vento (Ed. DCL, Prêmio de Autor Revelação FNLIJ 2000). (Rio de Janeiro /RJ)

05 - Escola e biblioteca: espaços de formação do leitor – Reflexão sobre a função da biblioteca escolar; seu papel na formação de leitores e sua importância no desenvolvimento de práticas leitoras com vistas à democratização do acesso ao livro no contexto escolar. Socialização de experiências significativas sobre leitura. Caracterização do profissional responsável atuante na biblioteca escolar. LÚCIA MAROTO – Bibliotecária. Graduada em Biblioteconomia Coordenadora do Comitê Estadual do PROLER de Espírito Santo. (Vitória/ES).

06 – Entendeu a leitura ou quer que eu desenhe? – Reflexões sobre o que é um ‘Bom Livro’ para crianças, como selecioná-lo, a partir de critérios bem definidos e da relação intersemiótica estabelecida entre os componentes textuais e pictóricos. Estratégias de leitura para ampliar o imaginário. Entender o ler, o olhar e o sentir em obras literárias. - ANDRÉ NEVES - Graduado em Comunicação Social. Escritor. Ilustrador. Prêmio Jabuti 2004, Prêmio especial do júri no concurso Lucca Comics e Games, Itália/2007. Prêmios Açorianos de Literatura (2005 e 2006 e 2008). (Porto Alegre/RS).

07 – Leitura do cordel sob a perspectiva do gênero – Apresentação à teoria de gênero informada pela Análise de Discurso e pela Linguística Sistêmico-Funcional. Leitura de textos de narrativas de cordel, de modo prático, além de apresentar essa modalidade de arte verbal e seus vínculos com a cultura brasileira (origens – consolidação - expansão). Também aprenderão os aspectos técnicos, tais como rima, ritmo, fraseado e poderão vivenciar a elaboração de exercícios de leitura a serem apresentados em sala de aula. - JOÃO BOSCO B. BONFIM – Escritor. Professor. Graduado em Letras, Pós-graduado em Adm Pública. Mestre em Linguística e Doutor em Linguística com tese sobre o gênero do cordel. Algumas obras: Romance do Vaqueiro Voador (LGE Ed.) Lobo-Guará de Hotel (Ed. Callis). (Brasília /DF)

08 – Adolescência: o “Era uma vez” passou; e, agora, a leitura literária? - Reflexão e estratégias de formação de leitores com professores dos anos finais do ensino fundamental e a partir da leitura, perceber-se como co-autor do texto. Incentivo à formação do gosto e hábito da leitura de obras literárias de diferentes gêneros textuais para adolescentes - NILZA C. A. PINHEIRO - Graduada em Letras e mestre em Formação de Professores. Professora universitária. Membro do Conselho Municipal de Educação. Diretora do Departamento Pedagógico da SEMEC/ Uberaba. (Uberaba/MG)

09 - Restauração e recuperação de livros – Análise da situação do acervo a ser restaurado. Algumas estratégias aplicáveis para a conservação e pequenos restauros em livros. Higienização do acervo como prevenção. - MARIA DAS GRAÇAS DA SILVA E CRISTINA G. R. VELOSO - Técnicas do Setor de Conservação e Restauro de acervos da Biblioteca Pública Municipal Bernardo Guimarães. (Uberaba/MG)

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19h - DEDOS DE PROSA I – BIBLIOTECA ESCOLAR E AS PRÁTICAS LEITORAS NA ESCOLA - Lúcia Maroto – Comitê Estadual do PROLER do Espírito Santo /ES
Lançamento do livro: Biblioteca escolar, eis a questão! – Ed. Autêntica
Local: CEA /UFTM - Anfiteatro B – Rua Frei Paulino, 30 Abadia.

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DATA: 21/06/2012 – 5ª feira - (8h – 16h)
Local: CEA /UFTM - Anfiteatro A – Rua Frei Paulino, 30 Abadia.
7h30min – Credenciamento
8h15min - Momento Cultural
8h30min – Abertura oficial
8h45min – Mesa-redonda 01: A arte de escrever e ilustrar em Literatura. Palestrantes: André Neves e Ricardo Benevides.
10h - Mesa-redonda 02: Diversidade cultural e a leitura - Palestrantes: Selma Maria e João Bosco Bezerra Bonfim.
11h – 12h - WORKSHOP – MINIFEIRA

13h30min – MOMENTO CULTURAL
14h – Palestra 01: Letramento Digital - Carmem Pimentel – Coordenadora Nacional do PROLER/FBN/Ministério da Cultura
14h50min – Palestra 02: Biblioteca Pública no imaginário coletivo - necessidade de mudanças de paradigmas – Ana Maria da Costa Souza - Chefe do Setor dos Projetos Sociais da Biblioteca Demonstrativa / Coordenadora do Comitê PROLER de Brasília/ DF.
15h45min – 16h30min - WORKSHOP – MINIFEIRA
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19h - DEDOS DE PROSA II – Aula-espetáculo multidisciplinar: Cordel do Conto Engraçado – Nas Asas da Leitura – Costa Senna - escritor, compositor, ator e cantor.
Lançamento do livro: Caminhos Diversos – sob os signos do cordel
Local: CEA /UFTM - Anfiteatro B – Rua Frei Paulino, 30 Abadia.

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IV FÓRUM REGIONAL PROLER SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O LIVRO E A LEITURA
DATA: 22/06/2012
Local: CEA /UFTM - Anfiteatro A – Rua Frei Paulino, 30 Abadia.

7h30min – Credenciamento
8h30min – Momento cultural
9h - Abertura oficial - Secretária M. de Educação e Cultura
9h30min – Celebração dos 15 anos do PROLER em Uberaba.

10h – CONFERÊNCIA DE ABERTURA – Memória, atuação e projeção – uma reflexão sobre os 20 anos do PROLER Nacional. - Carmem Pimentel - Coordenadora Nacional do PROLER/FBN/MinC
10h50min – APRESENTAÇÃO ESPECIAL - 15 Anos do PROLER Regional – avanços e desafios - Tânia Cristina Fígaro Ulhoa – Coordenadora do Comitê Regional do PROLER Vale Rio Grande
11h - WORKSHOP – MINI FEIRA DE LIVROS

14h – Mesa-redonda: A PRODUÇÃO DA LEITURA NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Aníbal Bragança – Coordenador Geral de Pesquisa e Editoração /Fundação Biblioteca Nacional /MinC.
José Castilho Marques Neto – Presidente da Associação Brasileira da Editoras Universitárias (ABEU) e Fundação Editora UNESP.
Carlos Francisco de Morais – Coordenador e Professor do Curso de Letras da UFTM.
16h30 – Encerramento

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19h - DEDOS DE PROSA III –– Cine literatura: THE FANTASTIC FLYING BOOKS OF MR. MORRIS LESSMORE – vencedor do Oscar‘s Awards 2012, este filme de curta metragem foi produzido com variedade de técnicas de animação sendo inspirado pela passagem do Furação Katrina/ EUA. Buster Keaton e sua paixão por livros conta-nos a história de pessoas que devotam a sua vida aos livros, acabando os mesmo por retribuir o favor. (Revista Veja, 2012).
Local: CEA /UFTM -Anfiteatro B – Rua Frei Paulino, 30 Abadia.

INFORMAÇÕES
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE UBERABA/ MG
DEPARTAMENTO CULTURAL - DEC
TEL.: (34) 3318-0706 / 3318-0762 / 34-9141-8857
Site: www.uberaba.mg.gov.br
E-mail: prolervaleriogrande@uberabadigital.com.br ou tania.ulhoa@hotmail.com


Período de inscrição:
25 de maio a 15 de junho de 2012 (ou até o limite de vagas)

AQUISIÇÃO DO PASSAPORTE PARA A LEITURA
OPÇÃO 01: R$ 15,00 (quinze reais)
(uma oficina) + (palestras + Fórum: inscrever-se também no site abaixo descrito)
20, 21 e 22 de junho
CERTIFICADO DE 40 HORAS


LOCAIS DE INSCRIÇÃO PARA AS OFICINAS EM UBERABA: 
LIVRARIA ALTERNATIVA CULTURAL  [Rua Major Eustáquio, 500 – Centro]
(2ª a sábado no horário comercial) – tel.: 3333-6824.
OUTRAS LOCALIDADES:
1. MUNICÍPIOS INTEGRANTES DO COMITÊ: Secretarias /Deptos. de Educação de cada cidade.
2. OUTROS MUNICÍPIOS – Entrar em contato com o COMITÊ pelos telefones ou e-mails acima mencionados.
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OPÇÃO 02: Entrada franca
(inscrição por turno apenas para palestras + IV Fórum )
Datas: 21 e 22 de junho
CERTIFICADO DE 24 HORAS
Inscrição somente pelo site: www.uberaba.mg.gov.br

"Membros de aço, meu irmão!" por Iara Fernandes

Desde que nasci, lá em casa, TV gigante, três carros na garagem, a cozinha da mãe que parecia coisa de restaurante, com tanto apetrecho e louça bonita. A casa caidinha, por fora, mas dentro, um estouro!

Até meus dez anos, eu aproveitava, muito bem, tudo. Não sabia como todas aquelas coisas tinham ido parar lá e chegava da escola louco pra jogar Playstation. A mãe implicava, mas meu irmão jogava comigo. Se alguém, neste mundo, conseguia fazer ela parar de falar, era ele, Miltinho, o Tintim.

Depois de um tempo, comecei a entender que nunca havia um pai, em casa. Algumas poucas vezes – escondido atrás da estante da sala – vi uns caras fazendo carinho na mãe, mas nenhum deles voltava. O Milton não aprovava. Nunca foi deseducado com ela (sujeito tranquilo, não alterava a voz e só demonstrava contrariedade no olhar), mas dependendo do jeito que olhava pro cidadão, a mãe tremia e dava logo um jeito de dispensar. Eu conversava com meus colegas de escola e percebia. Casa deles: pai, mãe, trabalho, salário, compras do mês, o dinheiro que nunca dava... Ficava pensando na mágica lá de casa: só eu, o Milton e a mãe. Eu e ele, só na escola e a mãe só em casa, novela, receita nova ou esmalte na unha. Tudo que eu pedia, o Miltinho me dava, até netbook, e os meus amigos, nem caderno direito.

Um dia, sacudi a mão da mãe: Como a gente tem isso tudo aqui em casa, mãe? Seu irmão é um menino muito bão, Luizinho! Mas ele não tem trabalho assim que nem o pai dos meus amigos tem. Nem a senhora tem lida todo dia. Uai, que isso, agora, menino? De vez em quando, ela era carinhosa. Quando me falou essa frase, já tinha me puxado pro colo dela e aninhado minha cabeça no vão do seu pescoço. Eu gostava de ficar ali, na mãe, sentindo o cheiro bom dela e ouvindo sua voz, como se ela falasse com microfone, vendo o movimento dos lábios dela e como ela piscava o olho, passava a mão no cabelo e acendia um cigarro fedorento que eu não gostava, mas suportava, para não perder o afago. Então eu perguntei pelo pai. Encrespou. Falou um tanto de nada, me estapeou, ralhou comigo e saiu da conversa declarando que o Miltinho é que era filho dedicado, que ele sempre levava presente, que ele isso, que ele aquilo. Raivoso, disse que ele não trabalhava e comprava as coisas e que isso não estava certo. Ela arregalou os olhos. A pancada sobre a mesa: Nunca mais fale assim do seu irmão! Se você tem tudo que tem, agradeça a ele.

Nesse tempo, comecei a compreender que o mundo do meu irmão era de muito segredo, artimanha, maracutaia e nunca mais tirei da cabeça que ter tudo o que eu tinha não era certo. Via a mãe rezar, preocupada. Tarde da noite e o Milton nunca que chegava. A garagem de casa atolada de carro e moto. Dentro, um sem fim de computadores, máquina de fotografia. Eu pensava de dizer a ele que não era certo um cara ter tanta coisa sem trabalhar. Ele me presenteou com um Wii, ainda na caixa, e um celular bonito, já cheio de música. Então eu ia apertar meu irmão? A gente foi se levando. Sabendo, sem querer saber.

Milton me dizia que tudo que fazia era por causa da mãe, que ia satisfazer todos os desejos dela. Quando eu já contava 14 e ele 18 – perguntei sobre o pai. Esperei nervosismo, mas ele acendeu um cigarro, deu uma longa tragada e apertou o olhinho puxado, mirando pela janela: O pai foi embora bem cedo, Luizinho. Ele largou a mãe num dia de festa. Ela tava muito feliz, bonita, e o desgraçado teve coragem de bater nela, fez ela ficar marcada com roxo no olho. Fazia sempre. Avancei. Ele me jogou bem longe. Eu um fracote, nem cinco anos. Depois, sumiu. Largou a mãe sozinha comigo e você na barriga. Ela não gosta de falar. Ela te contou que me bateu? A mãe sempre me conta tudo, Luizinho. Mas, ela te ama demais. Bateu foi na raiva da conversa. O pai era muito mal pra gente. Quando tinha casa e comida, ele voltava tarde da noite e queria a mãe pra ele, sabe? Sei não. Queria pra ele, queria transar com a mãe. Mas, ele fedia feito um porco, bruto e bêbado. Mulher a gente trata com carinho. Você já sabe como tratar uma mulher, moleque? Fiquei vermelho. Fica assim não, ôh! Sou seu brother! Vou te proteger pra sempre, te dar tudo que o pai não deu e vou te ajudar em tudo, até ganhar as mina! Rindo, ele deslizou a mão pelos meus cabelos. Eu gostava de ficar assim com o Miltinho, também. Amava meu irmão.

Ele quatro anos mais velho, mas o estudo era junto. Escola nunca foi pra ele. Não era arruaceiro, nem desinquieto. Apenas ficava lá, sentado, olhando pra todo mundo e fazendo nada. Depois, entendi porque ele ia. Eu anotava tudo. Nunca esqueço: em casa, ele leu, no meu caderno, um trecho de uma poesia. A professora tinha passado no quadro. Um tal de Rimbaud, um desses europeus que viveram há muitos séculos: “...Voltarei com membros de aço,\ a pele escura\ e o olhar colérico...”. Gostou, Miltinho? Gostei e você? Não entendi. Você é muito novinho, mas óh... Se algum dia, eu sumir, escreve aí: vou voltar com membros de aço. A explicação veio cinco anos depois. Agora eu entendo.

Nos 18, eu andava cabreiro. Rejeitava os luxos e o Milton ofendido comigo. A mãe rezando por ele, querendo me fazer crer que era limpo, honesto e trabalhador: Luiz, o seu irmão me trouxe uma bolsa daquelas que só madame dos estrangeiro tem. Olha que beleza! E vai usar isso, onde, mãe? Baile da escola? Quermesse da igreja? Eu era só contrariedade e não escondia. Quando compreendi a fonte dos tesouros lá de casa, algo em mim se partiu. Tornei-me sombrio, queria mais nada do Tintim e sair daquele buraco. Queria que ele mudasse de vida, mas ali não tinha volta. Era bom, mas endureceu. Casca resistente, sentimento enfiado no mais fundo pra nunca sair.

Chamado pra ajudar num carregamento, fiquei cabreiro. Eu era forte, praticava muito esporte, escapava aqui e ali, sem compactuar com as desonestidades do Milton. Tinha proteção automática. Ninguém do vilarejo ou de fora mexia comigo. Tintim era temido. Aqueles olhos mansos, cheios de preguiça para o bem, aterrorizavam quem com eles se metia. As brutalidades dos capangas me enojavam. Consegui passar ileso, sem levar pancada e sem agir igual. Um dia, o construído destruído com a primeira ordem: Você vai na frente com o Zói, faz tudo que ele mandar e me espera que eu vou te render. Tô entendendo nada, Miltinho! Ir pra onde? Faz pergunta, não, moleque. Quer continuar nessa vidinha mansa? Preciso de alguém de confiança e você é sangue do meu sangue. Mas a mãe já fica desorientada com seus sumiços e agora, eu envolvido nisso? Envolvido! Que envolvido? Irmãozinho, você tá nessa desde quando nasceu. Eu fui à luta e dei tudo pra mãe te dar do bom e do melhor. Foi à luta? Que luta, Milton? Roubar é luta? Traficar é luta? Prejudicar os outros é luta? Vá pro inferno! Os olhos mansos viraram vulcão. Os braços indolentes me agarram na força bruta. A boca falou com raiva: Não estou te dando escolha, moleque. Você vai comigo. Não vou, Milton. Quer continuar com suas paradinhas bacanas? Então vai ter que ir. O rosto dele cada vez mais perto do meu, nossos olhos se mirando, por baixo, as testas enrugadas, o suor escorrendo, meus braços apertados em sua mão, a raiva latejando. Resisti. Ele não me machucaria. Eu não sou você, Milton. Não é eu, mas não vai me deixar sozinho nessa! Ah, não vai mesmo. Me larga, Milton! Eu não quero mais nada de você e não vou entrar nesse seu mundo de merda! Vou sair daqui e levar a mãe. Vamos sair desse buraco, começar outra vida... Outra vida? É assim que você agradece tudo que teve? Seu desgraçado! Toda minha força no empurrão e saí, sem rumo, chorando, perdido.

Meses depois, a mãe no telefone: O Miltinho, meu filho. Eu não sei por que a polícia tá aqui. Seu irmão sempre foi tão trabalhador. Não era hora de desvendar os olhos de minha mãe. Alguém, algum dia, faria isso? Cheguei à vilazinha de minha infância sob o céu azul e o dia claro. Eu, uma massa esquisita sobre rodas. Pensamento embaralhado, olhos turvos, mãos doloridas na contração. Alguém, lá de cima, deixou o caminho livre e o racional ativado ou eu não vingava nessa viagem.

Sofri pelos dezoitos anos passados ali. Gritei comigo, no silêncio que só eu ouvia. Enraiveci. Caí, de joelhos, sem saber que palavra usava, que olhar atirava: Milton, no colo da minha mãe, qual um menino desamparado, chorando e pedindo a ela que não deixasse a polícia levá-lo. Ela o embalava e, confusamente, cantarolava um boi da cara preta, ao mesmo tempo em que rezava e clamava ao truculento oficial: Moço, moço, por favor! Deixa meu menino aqui comigo. Ele é minha luz, minha vida. Tirei minha mãe do abraço de Milton: Mãe!! Mãe, me escuta! É hora de você admitir ou saber o que o Miltinho sempre fez, na vida. Um dia, ia ser assim, mãe. Ele já sabia.

Milton me olhava. Ameaça pairando. Sua dor era com o mundo, com tudo aquilo que lhe roubara o doce garoto nascido com ele. Pensei em prometer o mais próximo que fosse de justiça, se houvesse. Pensei em abraço e a lembrança das nossas brincadeiras, videogame, bola na pracinha, baixar música no computador, nossas conversas e segredos. Mas fui só dureza. Distante. Olhar amargo.

Ironia do oficial. Serenidade do Milton. Quiseram saber sobre as motos, os carros, o pó, a grana, os celulares, os computadores. Nada respondeu. Fervia por dentro, queimava. Minha mãe implorava. Saiu algemado. Sem intelectualidade, nada de regalia. Pernas encolhidas e cabeça baixa, o cubículo. Eu estava saindo, ele chamou: Luizinho! Lembra do seu caderno? Membros de aço, meu irmão. Membros de aço! Cuida da mãe. Tive que rir. Riso esquisito, preso. Riso envergonhado, como se rir, naquela hora, fosse o pior, como se o amor, pelo meu irmão, naquela hora, estivesse suspenso.


Iara Fernandes é graduada em Letras, professora de português, redação e literatura, revisora e pesquisadora.

Um de seus contos foi publicado na antologia Mulheres em Prosa e Verso, do Concurso Internacional Mulheres que Escrevem, da Hoje Edições e outro na revista eletrônica Cronópios. Venceu o concurso de contos da Fazu, em 2009.

Iara terá os seus textos postados no Blog da Alternativa Cultural às sextas-feiras. 

Preparativos para Frankfurt 2012

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) já iniciou o projeto de arquitetura e montagem para o estande do Brasil na Feira do Livro de Frankfurt 2012, que acontece de 10 a 14 de outubro, na Alemanha. O espaço brasileiro terá 330 m² e oferecerá infraestrutura de atendimento e serviços de internet, permitindo aos editores dedicarem-se exclusivamente a fazer negócios e já treinarem para o próximo ano, quando o Brasil será o país homenageado. Na edição deste ano da feira, é a Nova Zelândia que ganhará homenagem. Os expositores brasileiros inscritos até 30 de junho para a edição 2012 farão parte do catálogo geral da Feira do Livro de Frankfurt. Para informações e inscrições, escreva para brazilianpublishers1@cbl.org.br. A iniciativa é realizada em parceria com o Projeto Brazilian Publishers (CBL/Apex-Brasil), Ministério das Relações Exteriores e Fundação Biblioteca Nacional. 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Pocket show com Kiko Pessoa

Vitrine do Sebo

"Viver é um desafio constante. Sem perceber, entramos nas ilusões da realidade superficial, acreditando nas promessas fáceis da felicidade material, e mergulhamos assim nos sonhos fúteis do conforto físico, imaginando estar imunes ao sofrimento. Mas as ilusões obscurecem nossa lucidez, deturpam situações, invertem valores, nos arrastando aos círculos de sofrimento que queríamos evitar. E chega sempre a hora de descobrir que a vida é mais do que supúnhamos; sua sabedoria nos coloca diante da eterna chama da verdade, que ofusca nossas ilusões, nos forçando a distinguir o falso do verdadeiro. Por entre os choques da realidade profunda e as lições do dia a dia, conquistamos as vantagens da maturidade e entendemos que Tudo Valeu a Pena." 

R$15,00 Sebo Alternativa Cultural
R$28,00 Livro novo



"Cartas dos Sonhos é uma ferramenta única e poderosa que irá ajudar você a interpretar seus sonhos e revelará uma nova perspectiva para sua vida. O sistema de leitura é simples: você escolhe duas Cartas dos Sonhos cujas imagens 'conectam-se' com sua experiência de sonhos; em seguida você relaciona uma terceira carta. As Cartas da Sabedoria correspondentes oferecem insghts aos símbolos específicos do sonho e sugerem tarefas de sonhos para você trabalhar nesses insights. Ensinando você a identificar e compreender os temas e desafios de seus sonhos - um espelho de indagações que pressionam sua vida - as Cartas dos Sonhos ajudarão você a resolver essas indagações e idenficar novos rumos." 

R$25,00 Sebo Alternativa Cultural
R$65,00 Livro novo


"As indagações do mundo real e a da própria vida diária levaram os amigos Gabriel Chalita e padre Fábio de Melo a se corresponderem por um meio quase esquecido em tempos de e-mails: as cartas escritas à mão. Dessa troca, desse diálogo entre os amigos, surgem de maneira quase iluminadora, respostas para muitas questões que a sociedade ainda espera. Das reflexões individuais de cada autor nascem as afinidades intelectuais de duas mentes motivadas e envolvidas com nosso tempo, e que trazem ao leitor referências - de textos escritos em outras épocas - que podem ser citadas em qualquer situação do mundo contemporâneo em que vivemos."

R$20,00 Sebo Alternativa Cultural
R$34,90 Livro novo

Porteira adentro na FAZU